sábado, dezembro 03, 2011
domingo, novembro 27, 2011
segunda-feira, agosto 15, 2011
LUZ, CÂMERA & AÇÃO: The Dark Knight Rises
Eu já esperava que a próximo veículo do Batman seria uma nave. Ela está bem ao estilo Comandos em Ação, bem mais do que Transformers, como compararam, aliais lembra uma das máquinas do Avatar do Cameron. Enfim, com vários tumblers nas ruas, sua BatPod nas mãos da Mulher Gato, Batman haveria de ter mais um veículo com poder de fogo superior. In Nolan We Trust.
E sempre será inesquecível a cena da Bat-Wing de BATMAN de Tim Burton:
http://youtu.be/hUqGwnAolSs
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LUZ, CÂMERA & AÇÃO: The Dark Knight Rises
Eu tenho dúvidas se a Mulher Gato é ou não uma aliada da Liga das Sobras, mas acho que seria mais interessante não ser, e que essa seja uma cena inacabada de uma cena de ação da Mulher Gato enfrentando os Tumblers.
The Dark Knight Rises ou Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, estreia no Brasil dia 27 de julho de 2012.
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domingo, agosto 14, 2011
Super 8
É complicado quando o pano de fundo de uma estória se torna mais interessante que a própria estória em si. E simplesmente é o que acontece com Super 8. A ambientação no final dos anos 70, (aliais uma especialidade da equipe de JJ Abrams perceptível desde a série Lost, relativa a ambientações de época), com direito a easter eggs de Star Wars e uma capa de uma revista da Detective Comics com o Coringa e Batman na capa, o surgimento dos primeiros walkman, e com direito a Blondie, e o relacionamento das 6 crianças do filme: Joe Lamb (Joel Courtney), Alice Dainard (Elle Fanning), Charles Kaznyk (Riley Griffiths), Cary (Ryan Lee), Martin (Gabriel Basso), Preston (Zach Mills), são muito mais interessantes do que trama governamental/alienígena que JJ Abrams queira contar. Mas, o filme, é claro, tem seus momentos charmosos, como por exemplo, a cena em que Alice e Martin ensaiam com um suposto figurante, e Alice consegue impressionar transmitindo toda a emoção que a cena lhe exigia. E sem dúvida Ellen Fanning faz bonito tanto sendo a mocinha do curta O Caso, quanto nas situações difíceis encaradas por Alice, como o seu relacionamento conturbado com seu pai. É muito legal a cena em que Joe orienta Alice a como atuar como uma zumbi, e este com um olhar fascinado a vê se aproximando com os trejeitos de zumbi, até que esta inadvertidamente beija o seu pescoço. E falando dos pontos em comum entre Joe e Alice, realmente o filme cai no velho clichê de que para ter crianças partindo para uma grande aventura, deve-se por sua vez anular a figura dos pais, e um dos caminhos mais fáceis para isso é torna-lós órfãos. É sem dúvida tocante a cena em que assistindo um vídeo numa super 8, Joe se ve junto a sua mãe em tenros momentos de sua infância, e Alice fica triste por um suposto acidente que envolveria seu pai. E sem sobra de dúvida Joe lembra em muito Elliot de ET, O extraterrestre, e o Super 8, no que tange o lado homenagem ao estilo do mestre Spilberg, se sai muito bem, mas no que se trata de contar uma nova estória que impressione, fica muito aquém. O monstro da expectativa realmente foi criado com o ótimo teaser trailer da criatura amassando a porta de metal por dentro, o que é decepcionante no filme, que a cena é feita do ângulo de Joe. E muito mais decepcionante quando finalmente vemos a criatura. Aliais eu já devia saber que JJ Abrams + Monstros = Decepção, e isso sempre. Antes tivesse escolhido zumbis, pois o filme ganharia um tom de surrealidade bem mais interessante.
Super 8 em si merece apenas Um Ingresso, mas o curta exibido nos créditos O Caso merece Três Ingressos, no fim das contas Super 8...
VALEU DOIS INGRESSOS
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sábado, agosto 06, 2011
sexta-feira, agosto 05, 2011
SELEÇÃO NATURAL: Mulher Gato (Anne Hathaway)
Foi uma cena que veio a minha mente quando confirmaram a presença da Mulher Gato nesse terceiro filme do Batman: "Close na roda traseira da BatPod, derrepente ela para e o que vemos? A Mulher Gato pilotando. Para mim o teaser trailer perfeito." Eis que parte do que eu imaginava se torna real. No entanto, é a segunda vez com esse filme que fico meio decepcionado com a apresentação de uma personagem, primeiro foi com Bane, e agora A Mulher Gato que eu esperava que fosse apresentada mais ou menos assim:
Mas, se for pensar bem assim como o Coringa do Heath Ledger tinha um que de Coringa do Cesar Romero, acho que a Mulher Gato da Anne Hathaway tem um que Julie Newmar:
Bem, vejamos como Nolan vai encaixar a Mulher Gato numa trama tão hardcore como essa de The Dark Knight Rises. Mas, por enquanto a imagem mais emblemática de Batman e Mulher Gato que me vem a cabeça é essa aqui:
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LUZ, CÂMERA & AÇÃO: The Dark Knight Rises
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SELEÇÃO NATURAL: Superman 2013


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segunda-feira, julho 18, 2011
TRAILERESENHA: The Dark Knight Rises


O início do teaser trailer tem tanta pinta de fake que eu duvidei mesmo com cenas inéditas depois que fosse algo oficial, antes de ser divulgado na internet o trailer em alta definição. Até mesmo não terem feito algo original com o logo da Wanner, pobremente aproveitando as chamas azuis de TDK. Quando finalmente aparece a imagem inédita com o Comissário Gordon em uma cama de hospital, vemos que ninguém entendeu o último diálogo de TDK. O Batman se aposentou!!! O discurso do Gordon de que ele aguenta, de que é guardião silencioso e coisa e tal, foi pura baboseira no fim das contas, pois Batman voltou a ser apenas Bruce Wayne e pronto. Mas, calma, vamos entender o que tornou possível o Batman se aposentar. As ações de Harvey Dent foram eficazes, como se viu em TDK, vários processos contra chefes do crime organizado de Gothan City, e se você prestou atenção no dialogo que o Harvey tem com o prefeito de Gothan, os chefões seriam soltos, mas os criminosos menores sem dinheiro para pagar fiança acabariam que delatando os atos dos mafiosos. E com toda a loucura do Coringa que botou fogo no dinheiro da máfia, realmente os mesmos não teriam mais recursos para exercer suas atividades criminosas, e por fim aquilo que o próprio Coringa previu de como seria “monótona” uma cidade sem a presença do Batman se tornou realidade. Gothan City finalmente conseguiu vencer a criminalidade. Mas, ao que parece é que Bane vai vir a ser o polo negativo do Batman, pois já que o Homem Morcego representou o símbolo, a ideia para o combate a criminalidade, Bane vai vir a ser a resposta eficaz do crime a isso, e muito pior que o Coringa, pois finalmente Batman pode vir a confrontar alguém que é páreo físico para ele, e não só, mas alguém que pode realmente acabar com o Batman. Falando das coisas que gostaria de ver nesse teaser trailer, gostaria de ter ouvido o Bane falando alguma coisa (apesar que com aquela máscara será que ele consegue pronunciar alguma palavra??), e alguma frase espirituosa do Alfred. E me vem duas perguntas: Onde caberia a volta da Liga das Sobras a essa trama? E onde encaixar uma Mulher Gato numa trama como essas?
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segunda-feira, julho 11, 2011
BADERNACAST # 27: TRILOGIA X-MEN

Nessa edição, Pimp (MAL), Marcel Camp (vemaquinomeublog.blogspot.com), Diogo G (estragafilmes.blog.br) e Queiroz (escritosmalditos.blogspot.com) trouxemos uma sequência direta da edição anterior, falando sobre o filme de origem dos X-Men, para debatermos sobre a trilogia X-Men, na qual vemos os heróis mutantes clássicos e como deu-se o início/"revival" dos filmes de super-heróis da Marvel. Qual é o melhor? Qual é o pior? Quais atores caíram como uma luva em seus papéis e quais torcemos o nariz? Tudo isso e muito mais você encontra aqui!
Sintam-se à vontade para opinar, criticar e elogiar!
O espaço é de vocês!
Link para download:
http://oultra-badernista.mevio.com
acervodopimp@yahoo.com.br
Trilha sonora que tocou de fundo nessa edição:
X-Men Soundtrack (Michael Kamen) / X2 Soundtrack (John Ottman) / X-Men: The Last Stand (John Powell)
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segunda-feira, junho 27, 2011
Blue Valentine

É desagradável pensar que os melhores filmes sobre amor sejam justamente os que retratam fins de relacionamentos: Apenas o Fim, Separados pelo Casamento, 500 dias com ela... enfim, Blue Valentine (me recuso a dizer o título do filme em português, é vergonhoso!!), entra nessa boa galeria. Sob um prisma de ponto de vista mais feminino sobre a questão, uma mulher inteligente e seus relacionamentos com idiotas possessivos (não a priori, por culpa dela é bem verdade). Michelle Willians passeia pela simpatia e antipatia de Cindy, e talvez a única personagem que é beneficiada com a falta de linearidade da trama. Há coisas em que num primeiro instante parecem que vão ter uma importância mais a frente, mas são dissolvidas da trama como castelos de areia, como a devoção de Dean (Ryan Gosling) com o idoso Walter ou mesmo a cadela morta do casal, mas nenhum desses elementos parecem ter muita importância para a trama que segue mesmo focada no casal protagonista. Dean tem claras desvantagens em relação a Cindy, a começar pela aparência, enquanto Dean tem aparência cansada e um modo acomodado de encarar a vida em um emprego que não gosta e mantendo o seu alcoolismo, Cindy ainda é uma mulher atraente e ainda leva a sério seu desejo de ser bem sucedida sendo uma médica, enquanto Dean não consegue ser mais desejado pela própria mulher e apesar de seus claros dotes musicais e nas palavras da própria Cindy em certo ponto do filme bom em tudo que faz, prefere continuar apenas sustentando sua família sem maiores expectativas. O Ping Pong do início e final de relacionamento acaba que desgastando momentos cândidos como a música que Dean faz para Cindy tocando uquelele e esta sapateia de forma que isoladamente torna a cena um clássico.
VALE DOIS INGRESSOS
segunda-feira, junho 06, 2011
X-Men First Class

X-men Primeira Classe tal como um aluno com certas dificuldades nas aulas, demora a engrenar, mas quando engrena isso lá pelo final do segundo ato, quando os alunos do Professor Xavier treinam para dominar seu poderes, e os mutantes vilões liderados por Sebastian Shaw(Kevin Bacon) finalmente demonstram seu objetivo, é sensacional, em vários pontos supera X-Men, O Filme. No entanto, sinto falta de certas coisas que os X-men anteriores tinham, tal como a melancolia de uma Vampira, ou a desilusão de um Wolverine, digo que o desconforto em ser um mutante presente nos filmes anteriores, aqui se resume em mera vaidade de personagens como Mistica e Fera. E o Magneto “James Bond”, me incomodou um pouco. O Xavier, poderia ser um tanto mais politizado na qualidade de militante da causa mutante. Veja X-Men, O Filme após ver X-Men Primeira Classe, e você percebe rupturas e furos tal como o fato de que Magneto ajudou mais o Xavier do que esse filme demonstra. Achei precipitado o Magneto ser o vilão do final do filme, creio que a ruptura da amizade entre Magneto e o Prof.Xavier logo nesse prequel com jeito de reeboot, foi apressada, ignorando totalmente o início do 3.° filme, que casaria muito bem com o bom desenvolvimento dos personagens Magneto e Xavier, até as decisões precipitadas do terceiro ato. E o time de vilões não impressiona tanto com seus poderes mutantes tal como um que tem o poder parecido com o Noturno, e outro com habilidades que lembram em muito a Tempestade. Na minha cabeça a atriz perfeita para ser a Rainha Branca é Scarlett Johansson, que nos estúdios da MARVEL, fez a Viúva Negra. Se o Ryan pode ser Dead Pool e Capitão América, porque não a Scarlett fazer dois papeis diferentes? Bem, mas esquecendo a Scarlett, meu sonho de consumo quadrinistico, creio que o tom retrô foi uma boa, e um X-Men, Second Class, seria interessante se ocorresse nos tempos de guerra do Vietnã. X-Men First Class apesar das pequenas escorregadas, VALE DOIS INGRESSOS , Matthew Vaughn é escola de filmes de Super Heróis.
domingo, maio 01, 2011
THOR

Thor vale um ingresso
sábado, abril 23, 2011
Coachella 2011
Valeu a pena passar 2 madrugadas (16/4 e 17/4) acordado assistindo via live streaming o Coachella. Tudo começou por causa de uma twittada de @PittyLeone dizendo que The Kills estava tocando no canal.2 com o seguinte link http://www.youtube.com/coachella . Para quem não sabe The Kills é a banda de Alison Mosshart que já foi vocalista da já inexistente Dead Weather, um dos centenas de projetos musicais de Jack White.
Só que quando eu abri o link foi direto para a apresentação do Gogol Bordello tocando na ainda ensolarada Califórnia.
Depois disso assisti a apresentação de Glen Hansard & Markéyta Irglová com sua banda The Swell Season, até eles tocarem a Falling Slowly, música ganhadora do Oscar, não sabia quem eram, mas a despeito disso estava gostando muito da banda.
Passaram-se as horas e eis que surge a última atração do Palco.1, os canadenses do Arcade Fire. Eu conhecia pouco da banda antes de assistir ao show e me interessar em escutar os discos, dando mais atenção a música Wake Up, tema do trailer do filme Onde vivem os monstros. Acho que a foi a banda que mais soube representar a grandeza do Coachella, essa banda com 8 integrantes em que todos agem como protagonistas, e o são. Fiquei muito satisfeito assistindo a esse Show.
Chega o dia seguinte ansioso em assistir as apresentações de Strokes e PJ Harvey, que só viriam a ser apresentar no horário de brasília às 00:25 e 01:00 da manhã, me diverti assistindo atrações undergrounds como foi o caso da banda Best Coast
E me pergunto até agora quem é Ellie Goulding? Gatinha sabe... o_O
E eis que depois de horas surge a atração mais esperada do festival The Strokes. Num palco completamente escuro foram entoando seus clássicos quase que mecanicamente. Strokes não é uma banda lá de fazer improviso, a última batida no bumbo que você ouviu no disco é a última que você ouvirá ao vivo. De boné e óculos escuros(?!) Julian Casablancas mandava seus palavrões para seus integrantes de banda e plateia, e demostrando um claro inconformismo por abrir o show do Kayne West. Longe de serm os salvadores do rock, eles ainda se salvam por agradar os fãs.
E por fim para encerra minha noite de Coachella diante esse monitor assisti ao show da Pj Harvey. A PJ é uma menina má nos clipes como em This love, e nos show me aparece completamente hippie. Qual é a verdadeira Polly. Não importa, não tem como não amá-la.
Bem, até o ano que vem Coachella, e por que não uma versão brasileira?






